Missão, Núcleo Museológico e Patrono da Escola
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Missão, visão e valores
Os cinco pisos e as coleções
Vida, obra e cronologia
O Núcleo Museológico da Escola Jácome Ratton tem como propósito dar a conhecer e preservar a memória da escola, numa viagem entre o passado, o presente e o futuro.
Promover e valorizar o património histórico-cultural da escola.
Tornar-se uma referência como museu escolar.
Preservar, conservar e partilhar o património cultural existente.
Contribuir para o conhecimento cultural e patrimonial.
Ajudar a compreender e respeitar o passado, entender o presente e idealizar o futuro.
O Núcleo Museológico encontra-se num edifício de cinco pisos situado dentro do espaço escolar projetado especificamente para acolher um museu.
Linha do tempo, registos históricos e administrativos, mobiliário que contam a história da escola e destacam a importância de preservar a herança educacional.
Coleção de instrumentos científicos, que abrange áreas como física, matemática, biologia e até cartografia, destacam-se pela sua importância na evolução do conhecimento humano.
Artes como desenho, tecelagem, bordado e costura promovem a expressão criativa e aprimoramento contínuo das habilidades artísticas e técnicas.
Modelos didáticos, maquetes e protótipos, servindo como ferramentas de ensino, mas também como manifestações artísticas que enriquecem o ambiente de aprendizagem.
A integração de práticas artísticas e industriais na escola foi um fator crucial para o desenvolvimento de competências e de um entendimento mais profundo de materiais e técnicas.
O PRESENTE DE UM PASSADO QUE JÁ FOI futuro
Jácome Ratton e família
Nasceu em 7 de julho de 1736 nos Alpes franceses. Na infância, mudou-se para Portugal e naturalizou-se português em 1762.
Homem perspicaz, defensor da inovação e com espírito empreendedor, deixou marcas indeléveis na história de Portugal.
Planeou uma fábrica de estamparia de chitas e uma fábrica de papel fino e, em Elvas, montou uma das primeiras fábricas de chapéus de seda.
Multifacetado, dedicou-se também à arboricultura, tendo criado um viveiro de amoreiras brancas (fábrica de seda).
Fonte: Wikimedia Commons
Investiu ainda na exploração das salinas de Alcochete e na introdução do Eucalipto e da Araucária em solo português.
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Em 1789, com Timoteo Verdier, Ratton fundou a fábrica de fiação de algodões de Tomar, uma das primeiras em Portugal a adotar a máquina a vapor no processo produtivo.
Fonte da imagem: urbexzone.wordpress.com
Em sua homenagem, no ano de 1884, aquando da criação de uma escola de desenho industrial em Tomar, terá sido batizada de Escola de Desenho Industrial Jácome Ratton.
Empreendedor, industrial e negociante; deputado da Real Junta do Comércio, Agricultura, Fábricas e Navegação; cavaleiro da Ordem de Cristo e Fidalgo Cavaleiro da Casa Real. Jácome Ratton faleceu em Lisboa em 1822.
Bem haja!
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Imagens: Wikimedia Commons (CC BY 2.0) · urbexzone.wordpress.com · Núcleo Museológico