Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos • Projetos •
O Projeto Ágora surge da necessidade, desde há muito sentida, de se abrir, na Escola, um espaço/tempo para dar voz aos alunos, acompanhando e estimulando momentos de experimentação essenciais à aprendizagem, por um lado, e acolhendo a diversidade dos contributos dos alunos na construção de uma escola à sua medida – uma Escola do século XXI. Desde 7 de julho instrumento de operacionalização do Plano 21/23 Escola +, 1.3.10 – A voz dos alunos.
Nas escolas Jácome Ratton, Santa Iria e Gualdim Pais, uma vez por semana, à hora do almoço, os alunos dispõem de um ponto de encontro para a expressão, criação e organização de atividades/eventos, podendo, entre outras coisas:
a) Realizar performances,
b) Fazer improvisações e outros jogos dramáticos,
c) Fazer experiências radiofónicas e musicais,
d) Dar a conhecer os seus trabalhos,
e) Divulgar investigações,
f) Organizar debates e conversas,
g) Questionar saberes estabelecidos,
h) Procurar parcerias ou trazer convidados da comunidade para a escola.
Shilá Fernandes (coordenadora PCE), António Clemente (artista convidado) e Maria Morais (artista residente/PDPSC – Medida 3)
Alunos e professores das Escolas Santa Iria, Gualdim Pais, Jácome Ratton e toda a comunidade educativa
· EBI Santa Iria – 3.ª feira, 12:30 – 14:30;
· EB Gualdim Pais – 5.ª feira, 12:30 – 14:30;
· Escola Secundária Jácome Ratton – 4.ª feira 12:30 – 14:30
· EBI Santa Iria – Sala do Aluno; Sala 77
· EB Gualdim Pais – Biblioteca de Rua ou espaço exterior a definir
· Escola Secundária Jácome Ratton – Átrio de entrada/sala do aluno.
No âmbito do Projeto Cultural de Escola e Cidadania e Desenvolvimento, alunos do 1º, 2º, 3º ciclos e secundário que se voluntariam para conceber, organizar e executar as diferentes tarefas das atividades workshops e espetáculos das semanas culturais.
O objetivo é de construção de uma cidadania ativa construindo na escola espaços e oportunidades onde os alunos possam desenvolver a capacidade de comunicar eficientemente, intervir na sua comunidade, bem como promover a autonomia, a criatividade, o espírito critico, a responsabilidade, a sensibilidade estética, num ambiente informal divertido de promoção de bem-estar. Desde 7 de julho instrumento de operacionalização do Plano 21/23 Escola +, 1.3 Recuperar com Arte,1.4 + Família e 1.6 + Inclusão e Bem-estar.
Shilá Fernandes
Alunos, EBI Santa Iria, EB Gualdim Pais e ES Jácome Ratton
3ª feira 10h40 – 12h40
Escola Secundária Jácome Ratton – Sala B22
1. Introdução
Este projeto pretende promover uma Escola mais sustentável, inclusiva e participativa, envolvendo os alunos numa iniciativa que contribuirá para a melhoria do espaço escolar, e promovendo o desenvolvimento de competências pessoais, sociais e ambientais.
Após o desenvolvimento, com relativo sucesso, de um projeto de melhoria do espaço exterior da Escola pelos alunos do Programa Integrado de Educação e Formação (PIEF), no ano letivo 2025/2026, surge a ideia de desenvolvimento de um projeto que contribua para a melhoria do espaço interior da mesma.
O projeto “EcoBolas – Reutilizar e Integrar” pretende implementar na Escola Jácome Ratton uma iniciativa de economia circular através da recolha e reutilização de bolas de ténis e de padel usadas, que depois de limpas e cortadas, serão aplicadas nos pés das cadeiras e mesas das salas de aula, reduzindo significativamente o ruído nas salas de aula, e protegendo o chão e o mobiliário.
Este é um projeto inspirado em outros que já foram desenvolvidos com sucesso noutras Escolas portuguesas, nomeadamente Escolas do Município de Guimarães, no âmbito da iniciativa «Capital Verde Europeia – 2026». Estas bolas, que normalmente terminam em aterro após perderem as suas características desportivas, podem ganhar uma nova vida ao serem utilizadas para proteger o chão e mobiliário escolar, reduzir o ruído nas salas de aula e desenvolver atividades criativas e pedagógicas.
Consultar:https://www.rtp.pt/noticias/pais/projetos-verdes-escolas-de-guimaraes-com-praticas-sustentaveis_v1745441
A iniciativa pretende ser uma contribuição dos alunos e docentes do PIEF para a Escola, poderá envolver também outros elementos da comunidade educativa, bem como, os clubes de ténis e de padel, e outras entidades locais, promovendo a colaboração entre escola e comunidade na construção de um ambiente mais sustentável.
2. Objetivos específicos:
· Promover a inclusão dos alunos do PIEF através da sua participação ativa em atividades de interesse para toda a comunidade escolar, dando continuidade ao trabalho de melhoria de melhoria dos espaços escolares iniciado no passado ano letivo.
· Sensibilizar os alunos para os princípios da sustentabilidade e da economia circular e promovendo a reutilização de materiais, reduzindo a produção de resíduos.
· Melhorar o conforto acústico das salas de aula através da colocação de bolas nos pés das cadeiras e mesas.
· Incentivar a colaboração da Escola com outras entidades da sociedade, estabelecendo parcerias com os clubes de ténis e padel do Concelho de Tomar para recolha de bolas usadas.
· Desenvolver o sentido de responsabilidade ambiental e de cidadania ativa.
3. Descrição do Projeto
O projeto consistirá na recolha de bolas de ténis e de padel em fim de utilização junto de clubes e dos praticantes de ténis e de padel do Concelho de Tomar.
Após a recolha, as bolas serão higienizadas, perfuradas e colocadas nos pés das cadeiras e mesas da escola, contribuindo para a redução do ruído provocado pelo arrastar do mobiliário, protegendo simultaneamente o pavimento e aumentando o conforto das salas de aula.
Paralelamente, algumas bolas poderão ser utilizadas em oficinas criativas, atividades experimentais, jogos educativos e projetos de reutilização artística, reforçando a importância da economia circular.
O projeto será dinamizado pelos alunos com o acompanhamento dos docentes responsáveis, envolvendo diferentes disciplinas do PIEF, mas poderá vir a ser relacionado colaborativamente, e sempre que aplicável, com projetos de outros âmbitos: Eco-Escolas, Cidadania, Inovação, Ciência.
4. Propostas de atividades a desenvolver:
· Estabelecimento de protocolos de colaboração com os clubes de ténis e de padel concelho de Tomar.
· Campanha de recolha de bolas de ténis e padel junto da comunidade/praticantes destes desportos.
· Preparação e adaptação das bolas para aplicação no mobiliário escolar.
· Colocação progressiva das bolas nas salas de aula.
· Divulgação do projeto através da página da escola, redes sociais e comunicação social local.
· Sessões de sensibilização sobre sustentabilidade e economia circular.
Professores: Ana Pereira e Cláudia Mello
Todos os alunos do Agrupamento
Horário a definir.
Introdução:
As alterações climáticas constituem um fenómeno global interdisciplinar e um dos problemas mais graves da atualidade, sendo que os seus efeitos se farão sentir com maior intensidade nas gerações mais jovens. Neste contexto, é essencial promover a literacia sobre alterações climáticas, visando a preparação dos mais jovens para a adaptação aos seus efeitos, assim como a tomada de consciência e a mobilização de ações para a adoção de estilos de vida mais alinhados com os objetivos de desenvolvimento sustentável (ODS).
No entanto, o relatório da ONU sobre a monitorização dos ODS em 100 países, relativa a 2023, revelou que 47% dos currículos escolares não mencionava as alterações climáticas, 70% dos alunos conseguia explicar apenas princípios gerais do fenómeno e 20% manifestou sentir pouca preparação para enfrentar o problema. Para além disso, diversos estudos sobre educação em alterações climáticas, realizados com estudantes de vários níveis de ensino, têm reportado confusões e falta de conhecimento sobre as causas, os efeitos e as medidas de adaptação e mitigação deste fenómeno global.
Assim, considera-se pertinente desenvolver e implementar atividades práticas interdisciplinares promotoras da literacia climática, em articulação com diversas matérias curriculares.
É nesse contexto que se pretende implementar o “Projeto Climático” objetivando a promoção da literacia climática dos alunos envolvidos no projeto.
Mafalda Mendes Nunes Vaz
Comunidade escolar, com especial enfoque para os alunos do 3ºCiclo do Ensino Básico da Escola Básica de Santa Iria
Horário das aulas de Físico-Química das turmas/alunos participantes
Em atividade desde 2020, a Companhia de Teatro Templários tem-se vindo a afirmar como estrutura do Agrupamento, com produção original regular e equipa permanente, participando da programação cultural da Cidade de Tomar, propondo pontes entre a Escola e a Comunidade e promovendo a imagem do Agrupamento de Escolas Templários. Enquanto projeto de continuidade a Companhia envolve um conjunto de valências técnico-artísticas ligadas à criação teatral, assim como alunos de vários níveis de escolaridade provenientes das várias escolas do Agrupamento.
O trabalho desenvolvido assenta na criação teatral coletiva e na prática regular da improvisação. As oficinas de experimentação e expressão dramática que todos os anos a Companhia dinamiza junto da comunidade educativa tem centrado o seu trabalho na consolidação da sua equipa, tanto ao nível técnico-artístico como humano, no recrutamento de novos e diversificados elementos/colaborações, na sensibilização estética e na formação de públicos.
Nestes últimos 4 anos a Companhia tem vindo a crescer no seu autoconhecimento, consolidando a sua identidade e dando mostras públicas da originalidade da sua expressão/proposta artística.
A Companhia tem posto a expressão/criação dramática ao serviço da educação formal dos alunos que a integram (e também dos que com ela interagem, como colaboradores, simpatizantes ou espetadores), trabalhando direta ou indiretamente todas as competências previstas no PASEO, contribuindo também, e sobretudo, para a formação de cidadãos mais confiantes, empáticos, abertos e conscientes.
Para o ano letivo de 2024-25 queremos consolidar a Companhia enquanto estrutura educativa, artística e social, aprofundando a sua vocação comunitária. Queremos trabalhar com todos. Pretendemos aperfeiçoar o espetáculo original “50 Anos de Liberdade?”, assumindo-o como um musical multidisciplinar, que represente o Agrupamento e aprofunde a reflexão sobre o nosso tempo, na qual alunos, professores e artistas se revejam e envolvam.
Júlia Ceríaco (professora aposentada/mentora), Inês Cúrdia (professora de teatro), Maria Morais (artista residente), António Clemente (artista convidado), Célia Neto (professora aposentada)
Comunidade educativa e comunidade local
4.ª feira – 14h30 – 17h30
Escola Sec. Jácome Ratton – Ginásio de Teatro / Auditório
Desde o ano letivo 2017-2018, a Escola Secundária Jácome Ratton tem sido selecionada para ser centro de realização de provas de exames de Francês dos níveis A1, A2, B1 e B2 do DELF Scolaire na região, cuja responsabilidade recai no Diretor e na docente coordenadora Isabel do Rosário Baptista. O Centro de Avaliação depende da Alliance Française de Leiria, que destaca docentes de estabelecimentos escolares de Leiria, Ourém e Torres Novas para a Escola Secundária Jácome Ratton, na qual realizam os exames do DELF Scolaire candidatos de várias escolas, nomeadamente de Tomar e Ourém. Foi assinado, em maio de 2023, novo protocolo plurianual internacional com as entidades representantes dos Exames DELF, nomeadamente, o representante da Embaixada de França em Portugal.
Isabel do Rosário Baptista
Alunos do AET
No 1.º semestre, preparação de materiais a aplicar em sala de aula e seleção de candidatos nas turmas 8.ºA (nível A1), 9.ºA (nível A2), 9.ºB (nível A2), 11.ºB/E/F (nível B1), 12.ºA (nível B2) da Escola Secundária Jácome Ratton e nas turmas do 9.º ano das Escolas Gualdim Pais e Santa Iria (nível A2).
No 2.º semestre, aulas de preparação para os exames no 2.º Semestre na Escola Secundária Jácome Ratton. A lista de alunos inscritos no projeto será divulgada no 2.º semestre após a inscrição nos exames do DELF Scolaire.
Este projeto de Educação Ambiental, sob o lema Emergência Global, Ação Local, nasce da necessidade imprescindível de sensibilizar a Comunidade Educativa para as complexas questões ambientais que afetam o Planeta desde há algumas décadas e que põem em causa a sua sustentabilidade.
A mobilização dos alunos para estas temáticas tornou-se inadiável, pois é, essencialmente, na escola que estes deverão adquirir uma consciência crítica sobre a preservação do Meio Ambiente, como futuros adultos proativos e responsáveis, adotando posturas benéficas ao equilíbrio ambiental e erradicando as atitudes nocivas para esse mesmo equilíbrio.
· Sensibilizar os alunos para a importância das Alterações Climáticas, para a importância da reflorestação com Espécies Autóctones, para a importância da Preservação dos Oceanos e para o consumo sustentável da Água, entendida como um bem finito;
· Fomentar o trabalho autónomo, colaborativo/cooperativo e o espírito de equipa;
· Formar cidadãos participativos e responsáveis, com espírito crítico, proativos e criativos, aptos a adotar atitudes e valores de cidadania que respeitem os limites do Planeta, em consonância com o Perfil do Aluno à Saída da Escolaridade Obrigatória.
Maria de Fátima Barroca
Maria de Fátima Barroca, BE e todos os interessados
Comunidade escolar, interdisciplinar e interciclos
Em sala de aula, em articulação com conteúdos programáticos
Margarida Maria Robert dos Santos Pimentel de Oliveira Rente
Turmas da Escola Básica Integrada Santa Iria
Este projeto desenvolve-se no âmbito do Projeto Cultural de Escola, Cidadania e Desenvolvimento e Rede de Escolas para a Educação Intercultural constitui-se como um grupo de alunos, com horário de atendimento semanal, para receber e dar apoio a outros alunos que por diversas razões (etnia, género, religião e outras) se sentem desenquadrados, discriminados ou excluídos. Este núcleo de alunos fará a ponte entre a comunidade escolar e o Plano Municipal de Integração de Migrantes e juntos estão disponíveis para pensar e intervir em estratégias de construção de afetos e estreitamento de laços de minorias.
Shilá Quadros Fernandes
Todos os alunos do 2.º, 3.º ciclos e Secundário
3.ª feira 10h40 – 12h40 – Sala B22 (ES Jácome Ratton)
Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) a saúde é um conceito positivo. Dentro desta perspetiva, a Educação para a Saúde deve ter como finalidade a preservação da saúde individual e coletiva. Em 2009, a OMS definiu como Escola Promotora da Saúde (EPS) “uma escola que fortalece sistematicamente a sua capacidade de criar um ambiente saudável para a aprendizagem. A EPS é, assim, um espaço em que todos os membros da comunidade escolar trabalham, em conjunto, para proporcionar aos alunos, professores e pessoal não docente, experiências e estruturas integradas e positivas que promovam e protejam a saúde”.
Neste sentido, o projeto de Promoção e Educação para a Saúde (PES) desenvolveu-se na ainda Escola Secundária de Jácome Ratton (atual escola sede) desde o início do século XXI, tendo tido continuidade após a criação do Agrupamento de Escolas Templários (AET), sendo, seguramente, o projeto mais antigo no ativo do Agrupamento.
Partindo do conceito de promoção da saúde e do bem-estar, o Agrupamento tem desenvolvido boas práticas de educação sexual, de educação alimentar, de prevenção do consumo de substâncias psicoativas, de promoção da saúde mental e de prevenção da violência. Daí, a importância da abordagem da Educação para a Saúde em meio escolar, permitindo que os alunos possam refletir, expressar e partilhar as suas opiniões e sentimentos, aumentar a sua autoestima e desenvolver a capacidade de decisão de modo a tomarem atitudes conscientes e responsáveis.
O projeto de Promoção e de Educação para a Saúde (PES) é desenvolvido no Agrupamento de Escolas Templários através de um conjunto de iniciativas e atividades que envolvem alunos, docentes, técnicos especializados, técnicos administrativos, assistentes operacionais, país, encarregados de educação, técnicos de saúde e a comunidade envolvente. O projeto pretende intervir, dentro e fora do Agrupamento, com atividades de relevância sociocultural e educativa, promotoras da literacia e da adoção de boas práticas ao nível da saúde física e mental, contribuindo para a consecução dos objetivos e metas constantes do Projeto Educativo do Agrupamento, e prevenir fenómenos de mal-estar social e familiar, na direção de uma verdadeira escola promotora de saúde pública.
Carlos Ribeiro (Coordenador); Ana Reis; Margarida Rente; Rosa Claro
Comunidade Educativa AET
Criada em 2021 na sequência do encontro de pessoas, ideias, projetos de comunicação e recursos existentes no Agrupamento, a Rádio Templários tem-se mantido como projeto de continuidade, criativo, versátil e inclusivo, contribuindo para a consolidação da identidade do Agrupamento e para a coesão entre as pessoas e os estabelecimentos escolares que o constituem. A Rádio Templários tem vindo a construir uma grelha diversificada e regular de programação disponibilizada nos diversos canais de comunicação do AET (youtube, na plataforma SoundCloud) Para o ano letivo 2024-25 queremos dar continuidade ao processo de consolidação da Rádio Templários como estrutura na área da comunicação, da formação
estética e ética e também como recurso educativo para a concretização dos objetivos enunciados no PASEO. Pretendemos aprofundar e alargar parcerias e colaborações, contribuindo para a coesão da comunidade educativa, para a convergência, articulação, complementaridade e interdisciplinaridade, e também para o encontro entre diferentes idades, áreas, escolas, públicos, ideias, culturas e visões do mundo; isto num momento em que a dispersão, a indiferença e a intolerância parecem ser inevitáveis. Neste contexto, o que queremos é, acima de tudo, formar cidadãos mais humanos, confiantes, mas conscientes e abertos. Para tal, é preciso cuidar da manutenção e crescimento das equipas “fixas” que não só asseguram a continuidade do trabalho como promovem a passagem de informação (e entusiasmo) entre pares através de tutorias técnicas, criativas e lúdicas. Gostaríamos também, e simultaneamente, de chegar a mais alunos e aos mais jovens através de ações pontuais e descentralizadas, para as quais precisaremos da cumplicidade dos professores/educadores.
Maria Morais (artista residente/PDPSC – Medida 3), Célia Neto (professora aposentada), António Clemente (artista convidado) e Inês Cúrdia (professora de teatro).
Alunos do AET e toda a comunidade educativa
· EBI Santa Iria – 3.ª feira, 10:00 – 17:30
· EB Gualdim Pais – 5.ª feira, 10:00 – 13:30
· Escola Sec. Jácome Ratton – a pedido dos alunos (Tutorias Criativas)
· Escolas do 1.º ciclo – por marcação (visitas à sala de aula/escola)
· EBI Santa Iria – Sala 77 e Sala do Aluno
· EB Gualdim Pais – Biblioteca de Rua; Sala de Educação Especial e no Abrigo de Jardim (cabine de Rádio a instalar no recreio)
· Escola S. Jácome Ratton – Salas B22/B24 e na Cabine Rádio (Sala do Aluno)
· Escolas do 1.º ciclo – Sala de aula/Biblioteca ou outros espaços a definir.
1. Introdução
A Matemática é muito mais do que uma disciplina: é uma forma de pensar, investigar, criar e compreender o mundo.
Todos os anos, surgem alunos que demonstram curiosidade, talento e uma especial capacidade para enfrentar desafios matemáticos, procurando respostas para além das aprendizagens curriculares.
O Projeto INFINITO+ nasce da convicção de que a escola deve proporcionar, reconhecer e valorizar esse potencial, oferecendo oportunidades de enriquecimento, descoberta e superação que permitam a cada aluno desenvolver plenamente as suas capacidades aprofundar conhecimentos, enfrentar novos desafios e transformar o seu talento em percursos de crescimento, realização e sucesso, compatíveis com o seu talento e empenho.
2. Objetivos Específicos:
O Projeto INFINITO+ visa identificar e desenvolver o talento matemático dos alunos do 3.º ciclo e do ensino secundário, podendo incluir os alunos do 2.º Ciclo, promovendo o gosto pela Matemática, o raciocínio lógico, a criatividade, a autonomia e a resolução de problemas, através da participação em desafios, concursos e olimpíadas, valorizando o mérito, a excelência académica e a formação de uma comunidade de alunos capazes de representar o Agrupamento em contextos de elevado desempenho.
3. Descrição do Projeto:
O Projeto/Clube INFINITO+ constitui uma iniciativa de enriquecimento curricular destinada aos alunos do 3.º ciclo e do ensino secundário, podendo incluir os alunos do 2.º Ciclo, que revelem interesse, motivação ou aptidão para a Matemática.
Partindo da convicção de que os alunos devem ter oportunidades para desenvolver plenamente o seu potencial, o projeto pretende criar um espaço de aprendizagem estimulante, onde a curiosidade, o raciocínio, a criatividade e o gosto pela descoberta matemática sejam valorizados e promovidos.
O INFINITO+ visa proporcionar experiências de aprendizagem complementares ao currículo, através da resolução de problemas desafiantes, da exploração de conteúdos matemáticos de nível mais avançado e da participação em concursos, olimpíadas e outras competições.
Mais do que preparar alunos para provas e concursos, o projeto pretende promover uma cultura de excelência, incentivando o pensamento crítico, a perseverança, a autonomia, a capacidade de argumentação e a confiança na resolução de problemas.
O projeto pretende promover a melhoria do desempenho académico, desenvolver o talento matemático e valorizar o mérito dos alunos participantes, reforçando simultaneamente o reconhecimento e a visibilidade do Agrupamento, como escola que promove o conhecimento, o rigor, a inovação e a excelência.
O INFINITO+ será como um espaço de descoberta, crescimento e superação, onde cada aluno é desafiado a ir mais longe, transformando o talento em oportunidades de sucesso.
4. Proposta de Atividades a desenvolver:
As atividades a desenvolver incluirão sessões de treino e preparação para competições matemáticas, análise e resolução de problemas não rotineiros e desafios matemáticos, exploração de estratégias de resolução e argumentação matemática, desenvolvimento de jogos matemáticos, investigação de curiosidades e aplicações da Matemática, bem como a participação em iniciativas (concursos e desafios matemáticos) promovidas por instituições de ensino superior e outras entidades científicas.
Entre os desafios a apoiar destacam-se as Olimpíadas Portuguesas de Matemática, o Canguru Matemático sem Fronteiras, o Concurso Pangea, o Prémio Pedro Matos, o Campeonato Nacional de Jogos Matemáticos e outras competições que contribuam para o desenvolvimento do talento matemático dos alunos.
desenvolve-se no âmbito do Projeto Cultural de Escola e Cidadania e Desenvolvimento, alunos do 1.º, 2.º, 3.º ciclos e secundário que se voluntariam para conceber, organizar e executar as diferentes tarefas das atividades workshops e espetáculos das semanas culturais. O objetivo é de construção de uma cidadania ativa construindo na escola espaços e oportunidades onde os alunos possam desenvolver a capacidade de comunicar eficientemente, intervenção na sua comunidade, autonomia, criatividade, espírito critico, responsabilidade, sensibilidade estética, num ambiente informal divertido de promoção de bem-estar
Isabel Maria Luís Marques
Todos os alunos do 2.º, 3.º ciclos e Secundário
Desenvolve-se fora do horário escolar dos alunos.
1. Introdução
“O docente de educação especial, no âmbito da sua especialidade, apoia, de modo colaborativo e numa lógica de corresponsabilização, os demais docentes do aluno na definição de estratégias de diferenciação pedagógica, no reforço das aprendizagens e na identificação de múltiplos meios de motivação, representação e expressão.” (Decreto-Lei n.º 54/2018, artigo 10.º, ponto 4)
Promover contextos de aprendizagem assentes na interajuda dos alunos, confere significado às aprendizagens escolares, alicerçam-se interações saudáveis e altruístas, desenvolvem-se competências sociais e alcança-se a melhoria das aprendizagens.
Na minha prática de docente de educação especial, com intervenção em ciclos de ensino distintos e em múltiplas disciplinas permitiu-me conceber, supervisionar, recolher e organizar uma base de trabalhos que se destacam pela sua inovação, criatividade e sustentabilidade, sendo passíveis de divulgação, partilha e reutilização pela comunidade escolar, por versarem áreas transversais e longitudinais: as 10 áreas de competências do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória.
Os materiais que partilhei com encarregados de educação e os trabalhos dos alunos realizados sob a minha supervisão, no âmbito das medidas universais, alíneas a) A diferenciação pedagógica e e) A intervenção com foco académico ou comportamental em pequenos grupos, bem como das medidas seletivas, a alínea d) Antecipação e o reforço das aprendizagens e ainda no âmbito das adaptações ao processo de avaliação (art.º 28.º) do Decreto-Lei n.º 54/2018, especificamente a diversificação dos instrumentos de recolha de informação (inquéritos, entrevistas, registos vídeo/áudio…) podem ser apresentados e partilhados com distintos destinatários (alunos, docentes, encarregados de educação) em suporte de papel, áudio, audiovisual, ou suporte digital (email, wakelet, paddlet, entre outros).
2. Objetivos Específicos:
. Divulgar informação e desenvolver a comunicação;
. Divulgar e partilhar com a comunidade escolar material e propostas de atividades concebidas e/ou recolhidas e adaptadas por mim;
. Promover o intercâmbio de trabalhos criativos realizados por alunos de turmas/ ciclos/escolas diferentes, para aumentar o grau de motivação dos alunos envolvidos;
. Estimular o pensamento crítico;
. Partilhar conhecimentos úteis que promovam a adoção consciente de hábitos de vida saudáveis e contribuam na construção de cidadãos ativos, responsáveis e comprometidos;
. Fomentar o trabalho colaborativo, o espírito de parceria, equipa e partilha.
3. Âmbito do Projeto:
Plano Nacional das Artes – Projeto Cultural de Escola; Cidadania e Desenvolvimento
Sónia Venâncio
Todos os alunos do 2.º, 3.º ciclos e Secundário
Desenvolve-se fora do horário escolar dos alunos.
1. Introdução
As Tutorias Criativas, previstas no programa do PNA e já informalmente implementadas pela Artista Residente em articulação com o PCE desde 2020-21, essencialmente como método de apoio a projetos de continuidade (como a Rádio Templários ou o Ágora) decorrem, antes de mais, da necessidade de ir ao encontro dos desejos, ideias, vocações e aptidões dos alunos, incentivando-os, enquadrando-os e potenciando-os, ajudando-os a ultrapassar dificuldades e obstáculos de ordem técnica ou emocional e apoiando a concretização dos seus projetos extraletivos.
Procurou-se, desde o início do processo de colaboração com os alunos que se aproximavam de forma espontânea, dar corpo a projetos transdisciplinares, cooperativos e inclusivos que valorizassem a experimentação e o processo, sem descurar a qualidade dos produtos finais, ao nível técnico, estético e ético. Tudo isto numa perspetiva de “indisciplinar” a Escola e criar Comunidade, contribuindo para a consolidação da identidade do Agrupamento e para a coesão entre as pessoas e os estabelecimentos escolares que o constituem.
Não obstante, nestes seis anos, temos observado uma crescente falta de iniciativa e autonomia por parte dos nossos alunos, o que nos levou a investir em propostas mais dirigidas, optando por uma mediação mais interventiva do que seria para nós desejável.
Com efeito, a dispersão, desinteresse e desconexão dos jovens em relação ao mundo que os rodeia é o padrão comportamental com que lidamos todos os dias. Isto, associado a uma tendência massificadora, onde a responsabilidade individual e as abordagens divergentes, responsáveis e proativas parecem ser preteridas a favor da teoria e dos lugares-comuns do politicamente correto, levam-nos a pensar que o reforço da criatividade, da capacidade empática e do espírito crítico tem de acontecer em estreita relação com o exercício de uma cidadania ativa, facilitando práticas que promovam a intervenção direta dos nossos alunos na sociedade e na vida das comunidades concretas onde estes se inscrevem.
Assim, e como estratégia para o próximo ano letivo colocamos, colocamos as Tutorias Criativas (oferecidas em ambiente escolar) ao serviço da Educação para a Cidadania, propondo a articulação direta deste projeto (ou recurso) com a área disciplinar de Cidadania e Desenvolvimento.
2. Objetivos específicos:
3. Descrição do Projeto
Definição de um período semanal para acompanhamento dos projetos propostos pelos alunos no âmbito de Cidadania e Desenvolvimento, durante o qual se fornece orientação prática, caso a caso, individualmente ou em pequenos grupos, ajudando os alunos dentro das diferentes áreas/domínios escolhidos.
Durante as tutorias criativas, e em articulação com os DT’s e professores envolvidos, os alunos serão apoiados no amadurecimento e operacionalização das suas ideias, tanto ao nível dos aspetos técnicos, logísticos e artísticos como na comunicação dos projetos.
Pretende-se incentivar a criatividade, originalidade e autonomia, por um lado, mas também a cooperação, o trabalho de equipa e a responsabilidade social, promovendo, sempre que possível, a articulação com estruturas e projetos existentes na Escola (as Semanas Culturais, o Ágora, a Rádio Templários, o Clube de Ambiente, o SPO, o CAF ou as Bibliotecas Escolares, por exemplo), com o Território e com a Comunidade.
4. Propostas de atividades a desenvolver:
As Tutorias Criativas não pretendem propor atividades, mas sim ajudar na concretização das atividades ou iniciativas propostas pelos alunos no âmbito do seu projeto de Cidadania.
Estes projetos poderão assumir múltiplas formas, entre as quais:
António Clemente (professor de Oficina de Teatro) Artista residente PCE / PNA; Técnico de Artes do AET.
Alunos do Ensino Secundário
Horário a definir.