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O Projeto Ágora surge da necessidade, desde há muito sentida, de se abrir, na Escola, um espaço/tempo para dar voz aos alunos, acompanhando e estimulando momentos de
experimentação essenciais à aprendizagem, por um lado, e acolhendo a diversidade dos contributos dos alunos na construção de uma escola à sua medida – uma Escola do século XXI. Desde 7 de julho instrumento de operacionalização do Plano 21/23 Escola +, 1.3.10 – A voz dos alunos.
Nas escolas Jácome Ratton, Santa Iria e Gualdim Pais, uma vez por semana, à hora do almoço, os alunos dispõem de um ponto de encontro para a expressão, criação e organização de atividades/eventos, podendo, entre outras coisas:
a) Realizar performances,
b) Fazer improvisações e outros jogos dramáticos,
c) Fazer experiências radiofónicas e musicais,
d) Dar a conhecer os seus trabalhos,
e) Divulgar investigações,
f) Organizar debates e conversas,
g) Questionar saberes estabelecidos,
h) Procurar parcerias ou trazer convidados da comunidade para a escola.
Shilá Fernandes (coordenadora PCE), António Clemente (artista convidado) e Maria Morais (artista residente/PDPSC – Medida 3)
Alunos e professores das Escolas Santa Iria, Gualdim Pais, Jácome Ratton e toda a comunidade educativa
· EBI Santa Iria – 3.ª feira, 12:30 – 14:30;
· EB Gualdim Pais – 5.ª feira, 12:30 – 14:30;
· Escola Secundária Jácome Ratton – 4.ª feira 12:30 – 14:30
· EBI Santa Iria – Sala do Aluno; Sala 77
· EB Gualdim Pais – Biblioteca de Rua ou espaço exterior a definir
· Escola Secundária Jácome Ratton – Átrio de entrada/sala do aluno.
As alterações climáticas constituem um fenómeno global interdisciplinar e um dos
problemas mais graves da atualidade, sendo que os seus efeitos se farão sentir com
maior intensidade nas gerações mais jovens.
Neste contexto, é essencial promover a literacia sobre alterações climáticas,
visando a preparação dos mais jovens para a adaptação aos seus efeitos, assim como
a tomada de consciência e a mobilização de ações para a adoção de estilos de vida mais
alinhados com os objetivos de desenvolvimento sustentável (ODS).
No entanto, o relatório da ONU sobre a monitorização dos ODS em 100 países,
relativa a 2023, revelou que 47% dos currículos escolares não mencionava as alterações
climáticas, 70% dos alunos conseguia explicar apenas princípios gerais do fenómeno e
20% manifestou sentir pouca preparação para enfrentar o problema.
Para além disso, diversos estudos sobre educação em alterações climáticas,
realizados com estudantes de vários níveis de ensino, têm reportado confusões e falta
de conhecimento sobre as causas, os efeitos e as medidas de adaptação e mitigação
deste fenómeno global.
Assim, considera-se pertinente desenvolver e implementar atividades práticas
interdisciplinares promotoras da literacia climática, em articulação com diversas matérias
curriculares. É nesse contexto que se pretende implementar o “Projeto Climático”
objetivando a promoção da literacia climática dos alunos envolvidos no projeto.
Mafalda Mendes Nunes Vaz
Comunidade escolar, com especial enfoque para os alunos do
3ºCiclo do Ensino Básico da Escola Básica de Santa Iria
Horário das aulas de Físico-Química das turmas/alunos
participantes
Em atividade desde 2020, a Companhia de Teatro Templários tem-se vindo a afirmar como estrutura do Agrupamento, com produção original regular e equipa permanente, participando da programação cultural da Cidade de Tomar, propondo pontes entre a Escola e a Comunidade e promovendo a imagem do Agrupamento de Escolas Templários. Enquanto projeto de continuidade a Companhia envolve um conjunto de valências técnico-artísticas ligadas à criação teatral, assim como alunos de vários níveis de escolaridade provenientes das várias escolas do Agrupamento.
O trabalho desenvolvido assenta na criação teatral coletiva e na prática regular da improvisação. As oficinas de experimentação e expressão dramática que todos os anos a Companhia dinamiza junto da comunidade educativa tem centrado o seu trabalho na consolidação da sua equipa, tanto ao nível técnico-artístico como humano, no recrutamento de novos e diversificados elementos/colaborações, na sensibilização estética e na formação de públicos.
Nestes últimos 4 anos a Companhia tem vindo a crescer no seu autoconhecimento, consolidando a sua identidade e dando mostras públicas da originalidade da sua expressão/proposta artística.
A Companhia tem posto a expressão/criação dramática ao serviço da educação formal dos alunos que a integram (e também dos que com ela interagem, como colaboradores, simpatizantes ou espetadores), trabalhando direta ou indiretamente todas as competências previstas no PASEO, contribuindo também, e sobretudo, para a formação de cidadãos mais confiantes, empáticos, abertos e conscientes.
Para o ano letivo de 2024-25 queremos consolidar a Companhia enquanto estrutura educativa, artística e social, aprofundando a sua vocação comunitária. Queremos trabalhar com todos. Pretendemos aperfeiçoar o espetáculo original “50 Anos de Liberdade?”, assumindo-o como um musical multidisciplinar, que represente o Agrupamento e aprofunde a reflexão sobre o nosso tempo, na qual alunos, professores e artistas se revejam e envolvam.
Júlia Ceríaco (professora aposentada/mentora), Inês Cúrdia (professora de teatro), Maria Morais (artista residente), António Clemente (artista convidado), Célia Neto (professora aposentada)
Comunidade educativa e comunidade local
4.ª feira – 14h30 – 17h30
Escola Sec. Jácome Ratton – Ginásio de Teatro / Auditório
Desde o ano letivo 2017-2018, a Escola Secundária Jácome Ratton tem sido selecionada para ser centro de realização de provas de exames de Francês dos níveis A1, A2, B1 e B2 do DELF Scolaire na região, cuja responsabilidade recai no Diretor e na docente coordenadora Isabel do Rosário Baptista. O Centro de Avaliação depende da Alliance Française de Leiria, que destaca docentes de estabelecimentos escolares de Leiria, Ourém e Torres Novas para a Escola Secundária Jácome Ratton, na qual realizam os exames do DELF Scolaire candidatos de várias escolas, nomeadamente de Tomar e Ourém. Foi assinado, em maio de 2023, novo protocolo plurianual internacional com as entidades representantes dos Exames DELF, nomeadamente, o representante da Embaixada de França em Portugal.
Isabel do Rosário Baptista
Alunos do AET
No 1.º semestre, preparação de materiais a aplicar em sala de aula e seleção de candidatos nas turmas 8.ºA
(nível A1), 9.ºA (nível A2), 9.ºB (nível A2), 11.ºB/E/F (nível B1), 12.ºA (nível B2) da Escola Secundária Jácome Ratton e nas turmas do 9.º ano das Escolas Gualdim Pais e Santa Iria (nível A2). No 2.º semestre, aulas de preparação para os exames no 2.º Semestre na Escola Secundária Jácome Ratton. A lista de alunos inscritos no projeto será divulgada no 2.º semestre após a inscrição nos exames do DELF Scolaire.
A razão de ser deste projeto continua assaz pertinente. Os docentes continuam a sentir-se espartilhados entre a planificação, preparação de materiais, lecionação e avaliação. Se em relação aos materiais ditos “em papel”, cada docente possuir um banco de recursos que foi construindo, complementando e consolidando ao longo da sua carreira, o mesmo não acontece com os recursos ditos “digitais.”
Pretende-se que este projeto seja um laboratório de elaboração de recursos digitais para uma avaliação formativa e lúdica das várias skills da língua inglesa. Sem esquecer as novas ferramentas por via de pesquisa, acompanhadas de um breve sumário, para que se escolha o que melhor se adequa aos nossos alunos reais, concretos. Hoje, mais do que nunca, tendo em conta o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, a Autonomia e Flexibilidade Curricular e o Projeto MAIA, os educadores consideram como extremamente imprescindível ter à sua disposição um banco de recursos, desta vez digitais, que lhes permitam uma gestão do seu tempo com menos stress e que simultaneamente propicie instrumentos de avaliação, essencialmente formativa, em que os discentes tomam conhecimento do que ainda não está consolidado, expondo as suas dúvidas em tempo real e os professores possam resolver essas
dúvidas no momento da própria avaliação formativa. Algo que retira o peso negativo do erro e passa a ser deveras uma oportunidade de aprendizagem, de evolução, de sucesso.
· Utilizar a língua inglesa em diferentes situações;
· Atualizar as estratégias de ensinar e aprender;
· Determinar qual a resposta correta entre várias (Reading Skill);
· Compreender um áudio em inglês (Listening Skill);
· Compreender a mensagem e/ou sinónimos de um texto escrito (Reading Skill);
· Usar o vocabulário e suas colocações em contexto (Reading, Accuracy, and Fluency);
· Reescrever frases fazendo uso das estruturas aprendidas e|ou consolidadas (Writing & Grammar).
Este projeto pretende ser um espaço de preparação, motivação e elaboração de instrumentos, recursos e/ou sites para se alcançar um maior sucesso em Inglês, isto sem menosprezar as diversas skills. Os tempos distribuídos serão dedicados a construir materiais para @s colegas do grupo 330 e, também para @s colegas do grupo 220, produção essa que se deseja atempada e que produza uma diversidade de materiais de apoio. Aproveitar-se-á a “turma” já criada na plataforma Teams, onde se colocou um Padlet referente a tudo o que foi pesquizado e elaborado para assim tod@s termos acesso aos materiais e deles usufruirmos para responder com maior eficiência e eficácia a uma avaliação que se quer cada vez mais eminentemente formativa.
Criação de sites na plataforma Teams onde tod@s @s docentes terão acesso aos links que lhes permitirão analisar e examinar as várias propostas de instrumentos para as várias skills, sem esquecer léxico e itens gramaticais. Produção de recursos digitais: @s docentes podem solicitar com alguma antecedência algo em particular, podendo mesmo dar-se um toque pessoal usando os nomes da turma a que o recurso se dirige. Continuar-se-á a elaborar exercícios Kahoot, Socrative, Liveworksheet, Quizziz, mas também Edpuzzle, sugestões de testes escritos com o apoio da Inteligência Artificial, etc. cobrindo domínios, competências e estruturas essenciais para a obtenção do sucesso nas aprendizagens essenciais ao PASEO. Por último, pesquisar para dar a conhecer sites que nos fazem sugestões, algumas out-of-the-box, ou para nos inteirarmos das últimas tendências pedagógicas, etc.
Maria José de Oliveira Marques
Docentes dos grupos 330 e 220, last but not the least our students
Sala com acesso de internet e um portátil
No horário proposto para o projeto tendo em conta a dinamizadora
Este projeto de Educação Ambiental, sob o lema Emergência Global, Ação Local, nasce da necessidade imprescindível de sensibilizar a Comunidade Educativa para as complexas questões ambientais que afetam o Planeta desde há algumas décadas e que põem em causa a sua sustentabilidade.
A mobilização dos alunos para estas temáticas tornou-se inadiável, pois é, essencialmente, na escola que estes deverão adquirir uma consciência crítica sobre a preservação do Meio Ambiente, como futuros adultos proativos e responsáveis, adotando posturas benéficas ao equilíbrio ambiental e erradicando as atitudes nocivas para esse mesmo equilíbrio.
· Sensibilizar os alunos para a importância das Alterações Climáticas, para a importância da reflorestação com Espécies Autóctones, para a importância da Preservação dos Oceanos e para o consumo sustentável da Água, entendida como um bem finito;
· Fomentar o trabalho autónomo, colaborativo/cooperativo e o espírito de equipa;
· Formar cidadãos participativos e responsáveis, com espírito crítico, proativos e criativos, aptos a adotar atitudes e valores de cidadania que respeitem os limites do Planeta, em consonância com o Perfil do Aluno à Saída da Escolaridade Obrigatória.
Maria de Fátima Barroca
Maria de Fátima Barroca, BE e todos os interessados
Comunidade escolar, interdisciplinar e interciclos
Em sala de aula, em articulação com conteúdos programáticos
Este projeto resulta da constatação, ao longo dos anos letivos anteriores, que os alunos aprendem a ler, a decifrar símbolos que correspondem a sons e a significados. Verifica-se também que a compreensão do significado dessas “palavras” fica muitas vezes comprometido pela leitura pouco fluente, apenas decifrada.
A ansiedade em decifrar símbolos compromete a leitura expressiva e respeito pelos sinais de pontuação comprometendo profundamente a compreensão do texto.
Este projeto é um desafio a ultrapassar as dificuldades, baseado em experiência informal realizada no passado ano letivo.
· Reconhecimento de toda a informação explicita incluída num texto.
· Desenvolver progressivamente no aluno um envolvimento ativo na leitura.
· Aumentar o sucesso da fluência de leitura expressiva.
Definir com cada aluno o seu próprio objetivo para cada sessão.
· Explorar a mancha de cada texto.
· Identificar e explorar palavras escolhidas para perceber a seu significado e perspetivar a sua função no texto decorrente do seu significado.
· Reconhecer os sinais de pontuação do texto e exemplificar o respeito pelos mesmos durante a leitura.
· Leitura.
· Compreensão do conteúdo do texto: “o que eu percebi do texto que li”.
· Gravação da leitura.
· Audição do produto.
· Análise das possíveis melhorias identificadas.
Ana Teresa Lourenzo e Maria de Fátima de Brito Antunes (Grupo 910)
Domínio da leitura compreensiva.
Alunos identificados como leitores passivos.
De acordo com a disponibilidade dos professores e dos alunos envolvidos.
Este projeto desenvolve-se no âmbito do Projeto Cultural de Escola, Cidadania e Desenvolvimento e Rede de Escolas para a Educação Intercultural constitui-se como um grupo de alunos, com horário de atendimento semanal, para receber e dar apoio a outros alunos que por diversas razões (etnia, género, religião e outras) se sentem desenquadrados, discriminados ou excluídos. Este núcleo de alunos fará a ponte entre a comunidade escolar e o Plano Municipal de Integração de Migrantes e juntos estão disponíveis para pensar e intervir em estratégias de construção de afetos e estreitamento de laços de minorias.
Shilá Quadros Fernandes
Todos os alunos do 2.º, 3.º ciclos e Secundário
Desenvolve-se fora do horário escolar dos alunos.
Promover contextos de aprendizagem assentes na interajuda dos alunos, confere significado às aprendizagens escolares, alicerçam-se interações saudáveis e altruístas, desenvolvem-se competências sociais e alcança-se a melhoria das aprendizagens.
Sónia Venâncio
Alunos de todos os níveis de ensino do Agrupamento e docentes
Criada em 2021 na sequência do encontro de pessoas, ideias, projetos de comunicação e recursos existentes no Agrupamento, a Rádio Templários tem-se mantido como projeto de continuidade, criativo, versátil e inclusivo, contribuindo para a consolidação da identidade do Agrupamento e para a coesão entre as pessoas e os estabelecimentos escolares que o constituem. A Rádio Templários tem vindo a construir uma grelha diversificada e regular de programação disponibilizada nos diversos canais de comunicação do AET (youtube, na plataforma SoundCloud) Para o ano letivo 2024-25 queremos dar continuidade ao processo de consolidação da Rádio Templários como estrutura na área da comunicação, da formação
estética e ética e também como recurso educativo para a concretização dos objetivos enunciados no PASEO. Pretendemos aprofundar e alargar parcerias e colaborações, contribuindo para a coesão da comunidade educativa, para a convergência, articulação, complementaridade e interdisciplinaridade, e também para o encontro entre diferentes idades, áreas, escolas, públicos, ideias, culturas e visões do mundo; isto num momento em que a dispersão, a indiferença e a intolerância parecem ser inevitáveis. Neste contexto, o que queremos é, acima de tudo, formar cidadãos mais humanos, confiantes, mas conscientes e abertos. Para tal, é preciso cuidar da manutenção e crescimento das equipas “fixas” que não só asseguram a continuidade do trabalho como promovem a passagem de informação (e entusiasmo) entre pares através de tutorias técnicas, criativas e lúdicas. Gostaríamos também, e simultaneamente, de chegar a mais alunos e aos mais jovens através de ações pontuais e descentralizadas, para as quais precisaremos da cumplicidade dos professores/educadores.
Maria Morais (artista residente/PDPSC – Medida 3), Célia Neto (professora aposentada), António Clemente (artista convidado) e Inês Cúrdia (professora de teatro).
Alunos do AET e toda a comunidade educativa
· EBI Santa Iria – 3.ª feira, 10:00 – 17:30
· EB Gualdim Pais – 5.ª feira, 10:00 – 13:30
· Escola Sec. Jácome Ratton – a pedido dos alunos (Tutorias Criativas)
· Escolas do 1.º ciclo – por marcação (visitas à sala de aula/escola)
· EBI Santa Iria – Sala 77 e Sala do Aluno
· EB Gualdim Pais – Biblioteca de Rua; Sala de Educação Especial e no Abrigo de Jardim (cabine de Rádio a instalar no recreio)
· Escola S. Jácome Ratton – Salas B22/B24 e na Cabine Rádio (Sala do Aluno)
· Escolas do 1.º ciclo – Sala de aula/Biblioteca ou outros espaços a definir.
O Projeto “Voluntários de leitur@” pretende, essencialmente, fomentar a partilha de leituras de alunos para alunos e/ou de alunos para adultos com o intuito de levar a nossa escola “A Ler+ e melhor”.
Os voluntários de leitura irão promover o prazer de ler, em particular junto de crianças e jovens, dando, generosamente, algum do seu tempo.
· Criar hábitos de leitura;
· Promover o contacto com diferentes realidades, despertando a curiosidade sobre o mundo;
· Estimular a curiosidade e o desejo de ler;
· Desenvolver uma relação afetiva com os livros e a leitura;
· Incentivar o gosto pela leitura;
· Criar e desenvolver o hábito de ler por prazer;
· Promover a aquisição de vocabulário;
· Promover o conhecimento da língua;
· Proporcionar o contacto dos alunos com livros que os motivem;
· Aumentar o gosto pela leitura de diferentes géneros e tipologias.
· Leitura a par com uma ou duas crianças, incentivando-as a ler, e conversar sobre o que leem;
· Leitura em voz alta para grupos de crianças, jovens, adultos e idosos, seguida de diálogo sobre os livros;
· Apresentação de livros;
· Apoio à Semana da Leitura e a comemorações diversas;
· Apoio à realização de concursos e jogos de leitura.
Cristina Maria Barros, Maria Alexandra Luz e professores do grupo 300
Alunos do AET
De acordo com a disponibilidade dos professores e dos alunos envolvidos.
Este projeto desenvolve-se no âmbito do Projeto Cultural de Escola e Cidadania e Desenvolvimento, alunos do 1.º, 2.º, 3.º ciclos e secundário que se voluntariam para conceber, organizar e executar as diferentes tarefas das atividades workshops e espetáculos das semanas culturais. O objetivo é de construção de uma cidadania ativa construindo na escola espaços e oportunidades onde os alunos possam desenvolver a capacidade de comunicar eficientemente, intervenção na sua comunidade, autonomia, criatividade, espírito critico, responsabilidade, sensibilidade estética, num ambiente informal divertido de promoção de bem-estar
Shilá Quadros Fernandes
Todos os alunos do 2.º, 3.º ciclos e Secundário
Desenvolve-se fora do horário escolar dos alunos.
O aluno tem de ser capaz de produzir o seu próprio conhecimento, refletindo, ter espírito crítico, tornando-se cada vez mais autónomo, preparar-se para ser um indivíduo que possa atuar na sociedade do futuro (Figueiredo et al., 2019). ⇝ Adquirir, aplicar e consolidar novos conhecimentos de forma ativa, lúdica e interativa. ⇝ Viabilizar a construção, ativa, de conhecimento em colaboração ou não com os seus pares. ⇝ Utilizar as Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) de forma pedagógica e integrada. ⇝ Promover a utilização de recursos educativos digitais. ⇝ Utilizar os dispositivos móveis de forma pedagógica. ⇝ Apoiar e complementar o processo de aprendizagem. ⇝ Adquirir o conhecimento, as competências, as capacidades e as atitudes para lidar com a constante mudança tecnológica. ⇝ Estimular o interesse da aprendizagem ao ser complementada pelo uso da tecnologia. ⇝ Ajudar no desenvolvimento de conhecimento, de capacidades e de competências (autonomia, atenção/concentração, resolução de problemas, pensamento estratégico, tomada de decisão, …).
Graça Martins
Todos os alunos do 2.º, 3.º ciclos
Desenvolve-se fora do horário escolar dos alunos.